Aos cinco anos de idade, Petrônio cantava música italiana nos intervalos do teatro realizado no colégio das Irmãs, Carmo do Rio Claro, sul de Minas. Entre seis e sete anos escondia-se no guarda-roupa com o violão do tio, enquanto nos almoços de domingo cantava com o pai, Raimundo, tenor. Na década de 70, ainda garoto em Alfenas, tocou contrabaixo em show improvisados de vários cantores pop. Depois foi tocar trombone de vara em carnaval  de clube. Dirigiu a ala se sopro de uma banda marcial, ensaiou tamborim numa escola de samba, tocou trompete no Tiro de Guerra. Fez shows com o grupo universitário "Cordas Vocais" e vários conjuntos de baile.

Participou de festivais de MPB, onde, entre outros, receberia um prêmio de melhor arranjo no Festival de Três Pontas e, mais tarde, finalista do "Canta Minas", em BH, promovido pela Globo Minas. Na adolescência ouvia Dilermando Reis, Segóvia, Paco de Lucia, Debussy, Ravel, Egberto Gismonti, Hermeto Paschoal e outros. Fez odontologia, trabalhou quinze anos e, tal qual um "Guinga" na vida, desistiu da profissão. Nesse tempo todo, antes e depois da profissão de dentista, exerceu a Música. Atualmente Petrônio Santos é arranjador e regente da Orquestra da Universidade de Alfenas (UNIFENAS) e vice-diretor do conservatório de Música de Alfenas.
Saiba mais: www.unifenas.br/orquestra

 

www.petroniosantos.com.br